O parque Nicolândia, em Brasília, realizou uma campanha de Natal que combinou diversão com solidariedade, permitindo a entrada gratuita mediante a doação de brinquedos novos ou usados em bom estado. A entrega das doações ocorrerá em duas etapas: na primeira, equipes do parque visitarão duas instituições sociais para distribuir os itens às crianças atendidas; na segunda, marcada para 20 de dezembro, um grupo de crianças será convidado a visitar o local, onde receberão presentes, conhecerão as atrações e participarão de um lanche especial. A iniciativa atraiu cerca de 8 mil pessoas, conforme registrado nas catracas, e destacou o espírito natalino de comunhão, empatia e esperança, como expressou a coordenadora de eventos Fabiana Bezerra. Ela afirmou que o parque buscou encerrar 2025 transmitindo esses valores, celebrando o resultado positivo da ação.
Entre os participantes, destacam-se histórias de engajamento familiar e comunitário. Os amigos Geovana Alves, Maria Geovanna e Jonnhy Rafael, todos de 13 anos e moradores de Ceilândia, compareceram acompanhados de responsáveis e enfatizaram a importância de ajudar outras crianças. Geovana destacou que brinquedos acessíveis, como os de R$ 5, podem fazer a diferença, enquanto Maria Geovanna escolheu uma boneca para presentear uma menina. O administrador Daniel Nogueira, 44 anos, levou os filhos gêmeos Davi e Vinícius, de 13 anos, e a filha Luisa, de 10, vendo na campanha um impacto duplo: auxiliar quem precisa de brinquedos e proporcionar acesso ao parque para famílias sem condições de pagar o ingresso.
A vendedora Maria de Socorro Alves de Lima, 46 anos, do Riacho Fundo I, reuniu a família, incluindo parentes de Águas Lindas, e a sobrinha Eloá Ribeiro, de 2 anos, doando um kit de ferramentas educativo que evocou memórias afetivas de seu filho. Já o casal Isabela Chaves, 20 anos, de Águas Claras, e Henrique Isar, 21 anos, do Lago Norte, aproveitou para destinar brinquedos guardados, como um ursinho de pelúcia e um jogo de tabuleiro, incentivando a reutilização para beneficiar crianças carentes. Essas narrativas ilustram como a campanha fomentou a generosidade em meio ao lazer.