O ex-presidente Jair Bolsonaro está prestes a se submeter à sua oitava cirurgia na região abdominal, uma sequência de intervenções que remonta ao atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018. Esse episódio marcou o início de uma série de complicações de saúde para o político, que tem lidado com problemas intestinais e aderências desde então. A nova cirurgia surge como uma medida necessária para tratar questões persistentes na área afetada, destacando os impactos duradouros do incidente ocorrido em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando Bolsonaro foi esfaqueado por um agressor durante um ato de campanha. Esse atentado não apenas interrompeu sua trajetória eleitoral à época, mas também impôs um histórico médico complexo, com várias hospitalizações e procedimentos cirúrgicos ao longo dos anos subsequentes.
A última cirurgia realizada em Bolsonaro, focada na liberação de aderências intestinais e na reconstrução do abdômen, durou aproximadamente 12 horas e foi registrada como a mais extensa desde o atentado inicial. Essa intervenção demandou uma equipe médica especializada e ocorreu em um hospital de referência, evidenciando a gravidade das sequelas abdominais. De acordo com relatos médicos, procedimentos como esse visam restaurar a funcionalidade intestinal e aliviar dores crônicas, comuns em casos de traumas penetrantes como o sofrido pelo ex-presidente. Essa oitava cirurgia reforça a necessidade de monitoramento contínuo da saúde de Bolsonaro, que, mesmo após deixar o cargo, permanece no centro de atenções políticas e midiáticas devido a esses episódios.
Embora os detalhes específicos da próxima operação não tenham sido divulgados em profundidade, ela segue o padrão de cuidados intensivos adotados desde 2018, com o objetivo de mitigar riscos de complicações futuras. O histórico de Bolsonaro inclui recuperações variadas, algumas mais rápidas e outras que exigiram internações prolongadas, o que ilustra os desafios de saúde enfrentados por figuras públicas após eventos traumáticos. Essa sequência de cirurgias abdominais continua a ser um tema de interesse no cenário político brasileiro, refletindo tanto sobre a resiliência do ex-presidente quanto sobre as implicações de longo prazo de atos de violência durante campanhas eleitorais.