Programa Viver 60+ beneficia mais de 11 mil idosos no Distrito Federal
O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), consolidou o programa Viver 60+ em 2026, impactando mais de 11 mil idosos com ações voltadas ao envelhecimento ativo. Lançado em 2024 e instituído em maio de 2025, o programa oferece saúde, educação e lazer em 34 núcleos espalhados por regiões como Ceilândia, Taguatinga, Gama, Fercal e Sobradinho. Com eventos contínuos neste ano, incluindo passeios em fevereiro, a iniciativa responde aos desafios demográficos crescentes no DF, promovendo inclusão social e combatendo o isolamento.
Atividades diversificadas para qualidade de vida
As ações do Viver 60+ ocorrem em locais como Unidades Básicas de Saúde (UBS), paróquias e centros comunitários, além de pontos turísticos como o Eixão do Lazer, a Fundação Jardim Zoológico de Brasília e o Cine Brasília. Idosos participam de oficinas de autocuidado, jardinagem, produção de pastéis, atividades físicas e capacitação profissional. Passeios mensais, visitas a teatros, cinemas, parques e bailes temáticos integram o calendário, incentivando interações sociais e bem-estar físico e mental.
Compromisso governamental e impacto demográfico
A secretária Marcela Passamani destaca o programa como uma resposta aos crescentes desafios demográficos no Distrito Federal, onde a população idosa tem aumentado. Em 2025, ano passado, eventos já demonstraram resultados positivos, com ações que fomentam a qualidade de vida e a inclusão. O foco em envelhecimento ativo alinha-se a políticas públicas que priorizam o bem-estar de idosos, evitando o isolamento e promovendo uma vida mais digna e participativa.
Depoimentos de beneficiados
Participantes como Isolina Maia e Diná de Souza relatam transformações pessoais graças ao programa. Elas exemplificam como as atividades revigoram o dia a dia, fortalecendo laços comunitários e o senso de vitalidade.
O Viver 60+ reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com o envelhecimento digno e ativo. — Marcela Passamani
Me sinto mais viva. — Diná de Souza