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CLDF aprova lei de hidrogênio no DF, mas críticos veem medida tardia e ineficaz em 2026

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Usina de hidrogênio verde inativa no Distrito Federal, Brasil, simbolizando medida tardia e ineficaz.

Lei de hidrogênio no DF: uma medida tardia e questionável

No Distrito Federal, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou uma lei que incentiva a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono, transformando-a em norma oficial. Rogério Morro da Cruz, figura central nesse processo, esteve envolvido na aprovação dessa legislação, que agora é lei no DF, Brasil. No entanto, em pleno 2026, essa iniciativa surge como uma resposta atrasada aos desafios climáticos globais, levantando dúvidas sobre sua real eficácia em um cenário de crescente poluição e dependência de combustíveis fósseis.

Detalhes da aprovação e seus potenciais furos

A lei, sancionada pela CLDF, visa promover a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono no Distrito Federal, mas carece de mecanismos claros para implementação imediata. Rogério Morro da Cruz e os legisladores da CLDF celebram o avanço, porém críticos apontam para a ausência de prazos definidos e investimentos concretos. Essa omissão pode transformar a medida em mera retórica, sem impactos reais na redução de emissões no DF.

Além disso, o foco em hidrogênio de baixa emissão ignora barreiras econômicas persistentes no Brasil, como custos elevados de produção e infraestrutura deficiente. Em um ano como 2026, marcado por crises energéticas, a lei parece mais uma promessa vazia do que uma solução robusta.

Críticas ambientais e econômicas à nova legislação

Ambientalistas questionam se a produção incentivada pelo Distrito Federal realmente priorizará fontes renováveis, correndo o risco de perpetuar dependências de métodos não sustentáveis. A CLDF, ao aprovar essa lei, pode estar mascarando falhas sistêmicas, como a lentidão na transição energética brasileira. Rogério Morro da Cruz, associado ao projeto, enfrenta escrutínio por não abordar esses pontos críticos, o que poderia comprometer os objetivos de baixa emissão de carbono.

Economicamente, a medida no DF surge em um contexto de recessão, onde incentivos sem suporte fiscal podem onerar contribuintes sem gerar empregos ou inovação significativa. Essa abordagem fragmentada reflete problemas maiores na governança energética do Brasil.

Perspectivas sombrias para o futuro

Embora a lei represente um passo formal, seu tom otimista contrasta com a realidade de 2026, onde mudanças climáticas avançam sem freios. A CLDF e figuras como Rogério Morro da Cruz precisam ir além de aprovações simbólicas para evitar que o hidrogênio de baixa emissão de carbono no Distrito Federal se torne outra iniciativa fracassada. Sem ações concretas, o DF corre o risco de ficar para trás na corrida global por energia limpa, agravando problemas ambientais e sociais já evidentes.

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