Após a impugnação da candidatura de José Roberto Arruda pelo TSE em 24 de setembro de 2026, o PSD-DF realizou reuniões na Executiva e com candidaturas no dia seguinte para redefinir estratégias no Distrito Federal. A maioria dos candidatos distritais rejeitou o apoio a Celina, contrariando a tendência inicial de alinhamento partidário, enquanto seis dos oito candidatos federais devem seguir a orientação da cúpula.
Reuniões expõem resistências internas
A cúpula do partido convocou os encontros após a decisão do TSE para avaliar alianças no segundo turno e garantir a eleição de bancada. Durante as discussões, a maioria das candidaturas distritais manifestou oposição ao apoio a Celina, embora a direção partidária buscasse unificar a legenda em torno dessa opção. Seis dos oito candidatos federais indicaram que devem acatar a recomendação do PSD-DF.
Declarações de candidatas rejeitam apoio
Maria Abadia afirmou publicamente sua posição contrária durante as reuniões. Carol Fleury também expressou fidelidade à trajetória anterior do partido. As falas evidenciam que parte das candidaturas distritais prefere manter distância da indicação oficial para o segundo turno.
Eu não apoiarei a Celina. Se fecharem questão nesse ponto, vou concorrer como independente
Maria Abadia
Não consigo, não tem jeito. Eu sou Arruda, sou esse elo, vim ser candidata pela relação entre Arruda e Caiado
Carol Fleury
O partido agora precisa articular novas alianças para preservar sua força nas eleições de outubro, sem que haja consenso entre todas as candidaturas. A decisão final sobre apoios no segundo turno deve ser anunciada nos próximos dias pela Executiva do PSD-DF.