O programa Viva Flor, da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), consolida-se como a principal política pública de proteção a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Atualmente, atende simultaneamente 1.810 mulheres, sem registros de feminicídio entre as participantes. Criado como piloto em 2017 e implementado em 2018, o programa registra crescimento acelerado desde 2023, com foco em proteção imediata e humanizada para romper o ciclo de violência.
História e evolução do Viva Flor
O Viva Flor surgiu em 2017 como um projeto piloto no Distrito Federal, expandindo-se para implementação plena em 2018. Desde 2023, o programa ganhou impulso significativo, incorporando novas tecnologias e parcerias. A governadora Celina Leão, o secretário interino Alexandre Patury, a secretária-executiva interina Regilene Siqueira e a major Patrícia Jacques da Silva destacam-se como figuras chave na sua consolidação.
Funcionamento e mecanismos de proteção
O programa opera por meio de um aplicativo e um dispositivo de acionamento emergencial, introduzido em 2021. Integra-se ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), às Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) e ao Copom Mulher. Além disso, a renovação do Termo de Cooperação Técnica fortalece a rede de suporte, garantindo respostas ágeis e coordenadas.
Impacto na prevenção da violência
A iniciativa visa proporcionar proteção humanizada e imediata, ajudando mulheres em vulnerabilidade a romper o ciclo de violência doméstica e familiar. Com 1.810 atendimentos simultâneos, o Viva Flor demonstra eficácia ao registrar zero casos de feminicídio entre as participantes. Essa abordagem integrada reforça a SSP-DF como referência em políticas públicas de gênero no Distrito Federal.