quarta-feira , 15 julho 2026
Início Distrito Federal Programa Viva Flor atende 1.810 mulheres no DF sem feminicídios registrados
Distrito FederalSegurança

Programa Viva Flor atende 1.810 mulheres no DF sem feminicídios registrados

158
Jardim florido em Brasília representando o Programa Viva Flor e prevenção de feminicídios no DF.
Jardim florido em Brasília representando o Programa Viva Flor e prevenção de feminicídios no DF.

O programa Viva Flor, da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), consolida-se como a principal política pública de proteção a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Atualmente, atende simultaneamente 1.810 mulheres, sem registros de feminicídio entre as participantes. Criado como piloto em 2017 e implementado em 2018, o programa registra crescimento acelerado desde 2023, com foco em proteção imediata e humanizada para romper o ciclo de violência.

História e evolução do Viva Flor

O Viva Flor surgiu em 2017 como um projeto piloto no Distrito Federal, expandindo-se para implementação plena em 2018. Desde 2023, o programa ganhou impulso significativo, incorporando novas tecnologias e parcerias. A governadora Celina Leão, o secretário interino Alexandre Patury, a secretária-executiva interina Regilene Siqueira e a major Patrícia Jacques da Silva destacam-se como figuras chave na sua consolidação.

Funcionamento e mecanismos de proteção

O programa opera por meio de um aplicativo e um dispositivo de acionamento emergencial, introduzido em 2021. Integra-se ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), às Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) e ao Copom Mulher. Além disso, a renovação do Termo de Cooperação Técnica fortalece a rede de suporte, garantindo respostas ágeis e coordenadas.

Impacto na prevenção da violência

A iniciativa visa proporcionar proteção humanizada e imediata, ajudando mulheres em vulnerabilidade a romper o ciclo de violência doméstica e familiar. Com 1.810 atendimentos simultâneos, o Viva Flor demonstra eficácia ao registrar zero casos de feminicídio entre as participantes. Essa abordagem integrada reforça a SSP-DF como referência em políticas públicas de gênero no Distrito Federal.

Conteúdos relacionados

Fachada do Hospital de Base de Brasília
Distrito FederalPolítica

Vigilante morre após mal súbito enquanto aguardava atendimento no Hospital de Base de Brasília

O vigilante Rodrigo Resende do Prado, de 46 anos, morreu na entrada...

Via de acesso à Ponte JK no DF com limite de velocidade reduzido
Distrito FederalSegurança

Via de acesso à ponte JK no DF tem limite reduzido para 60 km/h

A via que liga a Estrada Parque das Nações (DF-004) à ponte...

Faixa elevada em frente a escola no Distrito Federal após aprovação de lei
Distrito FederalPolíticaSegurança

DF aprova lei de faixas elevadas em escolas e hospitais

A aprovação da Lei nº 7.278/2025 no Distrito Federal obriga a instalação...

Delegacia de polícia em Ceilândia com viatura estacionada
Distrito FederalSegurança

Homem procurado por latrocínio é preso com documento falso em Ceilândia

Um homem procurado pela Justiça por latrocínio e porte ilegal de arma...